20
ago
por Marcio Flores, 10:18
Lula's brothers

Essas eleições deveriam ser disputadas pelos marketeiros. Sim eu acho. Afinal eles sabem tanto de política, educação e saúde que deveríamos elegê-los. Imagina que interessante: Duda Mendonça para presidente. Acho que ele governaria melhor que muito candidato por ai... Ele tem história na política...conhece os caminhos e mais que isso, se não fosse bom os próprios políticos não ficariam de marionetes nas mãos dele. E olha que político é esperto... Imagina o que não deve ser o Duda para levar todos eles no papo...
Mas lendo os jornais percebo que estamos na era do desvendar do marketing. Caiu na boca do povo esse negócio de marketing político. E a sensação que tenho é que fica um jogo de “o que está por detrás das palavras do Serra...”. Os caras gastam páginas e mais páginas do jornal analisando o jingle do candidato. Eles dividem as estrofes e explicam com afinco o que significa...ou o que ele quis dizer afirmando isso ou aquilo. A Dilma tomou posse do Lula e o nosso presidente diz abrir caminho pra ela. Gente, nosso presidente deve abrir caminho para um Brasil desenvolvido, independente de quem seja o candidato. Mas já que ele resolveu fazer amigos, agora até o Serra quer ser. A mídia ficou um pouco chocada com o fato de um cara da oposição querer apertar a mão do opositor...mas hoje em dia isso não vale mais nada. Antigamente o pelé não aceitaria uma proposta do palmeiras...independente do valor negociado. Ele era Santos de corpo e alma. Hoje em dia ganha a melhor proposta. Só permanece fiel o torcedor...mas do jeito que anda, em breve teremos os torcedores de temporada. Neymar continua no Santos? Ok..continuarei santista. A tão sonhada consciência política que tanto se fala nunca poderá ser construída a partir do vazio. Vazio como o novo jingle do Serra que deixo para vcs analisarem nessa sexta feira ensolarada.
“Ninguém sabe de onde veio, ninguém sabe o que ela fez. Mas diz que é dona de tudo, o Brasil inteirinho foi ela que fez. Dona Dilma pega leve, que o povo tá reparando. Tira a mão do trabalho do Lula, tá pegando mal, que o Brasil tá olhando. Tudo o que o Lula criou, ela diz: “Fui eu, fui eu” Tudo o que é coisa do Lula a Dilma diz: “é meu, é meu”.
No final quem diria... Todo mundo querendo ser amigo do Lula. Os últimos serão os primeiros...

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18
ago
por Carla Cipullo, 04:04

 

Nessa época de Eleições, todo mundo comenta a qualidade duvidosa dos políticos, candidatos, propagandas eleitorais, etc. Chegamos a pensar, ainda que por pouco tempo, no dinheiro que gastamos com o pagamento de tantos impostos e reclamamos tendo certeza de que essa arrecadação não é usada de maneira correta.  O que leva a uma palavra, que para mim, é o que falta na sociedade em geral, não excluindo nós, eleitores. Respeito.

Provas disso são vistas diariamente, e lendo um post sobre isso hoje em um blog, fiquei pensando se nós mesmos não temos que prestar atenção e começar a mudança que queremos ver no nosso país e mais tarde, quem sabe, no mundo. Quem tem algum parente ou conhecido nesta situação, provavelmente vai se identificar prontamente com o vídeo. Mas quem não tem, vai pensar um pouquinho antes de cometer esse desrespeito.

O blog contava que, ao chegar a um estacionamento de um supermercado em SP, a autora* viu uma jovem senhora acompanhada de cinco estudantes que deviam ter por volta de 13 anos, entrando no imponente carro estacionado em uma vaga reservada para deficientes (aquelas vagas com marcação em azul e o símbolo da cadeira de rodas). Após avaliar se nenhuma das pessoas presentes tinha algum problema de locomoção, ela então foi comentar com a moça que aquela vaga era reservada para cadeirantes, recebendo como resposta a seguinte frase: “Eu parei aqui porque meu carro é muito grande e não tem uma vaga onde ele caiba”.

O triste nisso tudo é que, além de desrespeitar o direito das pessoas que poderiam precisar daquela vaga, a moça perdeu uma grande oportunidade de dar um  exemplo de cidadania e respeito para os jovens que estavam em sua companhia. O outro que a gente desrespeita hoje pode ser alguém que a gente ama - ou nós mesmos - amanhã.

Vale pensar!

O vídeo que o blog menciona e que está aqui é uma campanha feita pelo governo do Peru.

 

 

*Cris Gorissen

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05
ago
por carol flores, 08:42
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30
jun
por Marcio Flores, 05:56
O Brasil ainda é o pais do futebol

A pergunta é: Será que por muito tempo?

Não sou fanático por futebol, e num pais onde as pessoas consideram essa modalidade de esporte como religião, fica difícil dizer que não torço pra time nenhum ou que não sei a escalação do meu time decor e salteado. Chega ao extremo de medirem meu nível de masculinidade quando digo que não sou o torcedor mais fanático. Apesar que dizer ou não o time que torço, pelo time que torço, também não ajudaria muito na concepção de ser mais ou menos homem.

Mas o Mundial, como diriam nossos amigos mexicanos, merece um post.

Primeiro porque todos olham aterrorizados para as grandes seleções sendo desclassificadas; para o Brasil que mais uma vez nos deixa a sensação que não tem time pra ser campeão (e na pratica ninguém tem - diga-se de passagem); para a arrogância argentina que nos prova mais uma vez que metade é futebol e a outra preparo psicológico; ou a revolta em ver as mulheres ganhando os bolões a torto e direito. Como se tudo isso fosse novidade...

Mas o que mais me chamou a atenção foi a discussão em volta dos gols ilegais e impedimentos. Lembro bem do tempo em que discutia futebol com amigos no trabalho e eles defendiam a hipótese de o futebol ser o que é justamente pela polêmica do “entrou mas não entrou” ou do impedimento que não aconteceu ou pela desconfiança moral no juiz que ninguém atesta a procedência. Ficamos escandalizados com o gol impedido do jogador argentino, mas esquecemos que dias antes marcamos um belo gol de mão nos pés de Luis Fabiano. O Brasil é o pais em que se dá um jeitinho pra tudo....não é novidade. E o futebol é a maior expressão disso. Não existe terra melhor para se plantar esse esporte ... aqui os moleques tem ginga, malandragem, aqui a gente simula o tombo e o juiz acredita. Somos bons nisso. Ha quem duvide, mas até o Robinho virou evangélico... lá fora os caras se internam em clinicas para dependentes do sexo...

Agora com toda esse nova onda tecnológica que tenta invadir o futebol arte, com chips, rádios para bandeirinhas e juízes... acho que o Brasil corre sérios riscos. Esse lance de ser tudo conforme a regra, de ter tira teima pra tudo....isso é coisa do Tênis. Isso é coisa pra maricas como já me diziam lá atrás.

Analisando corporativamente o assunto, acho que o mundo está assim. Ninguém quer mais perder pelo simples fato do bandeirinha estar equivocado. Agora é tudo preto no branco. Investi x, quero x + y no final e não tem conversa...custe o que custar. Por tudo isso acho que o Brasil corre sérios riscos de perder sua grande força no futebol. Diziam que antigamente tinha que jogar bonito. A Nike até fez uma campanha com esse mote.  Hoje li um comentário na Folha que dizia que o que realmente vale é o gol. Nossos grandes nomes do futebol devem estar virando de desespero no caixão.

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24
jun
por Maria Fernanda, 10:56
A Glamourização do Atendimento

No artigo abaixo o Felipe Anghinoni comenta sobre o real papel do atendimento na agência de publicidade. Esse profissional importantíssimo para o negócio ( e aqui defendo a classe... rsrsrs) não deve ser percebido apenas como um elo entre a agência e o cliente.

Isso incusive me faz lembrar o dia em que expliquei a minha tia capricorniana qual que era a minha função dentro da agência. Nesse dia ela finalmente entendeu que eu não era a mocinha do SAC.

 

Felipe Anghinoni

“O atendimento é a ponte entre agência e cliente.”
(Resposta mais comum ao nosso questionamento sobre o papel do profissional para as aulas da Perestroika.)

Me preocupo quando percebo o quanto um dos mais antigos e importantes setores da agência tem hoje seu papel limitado ao de um ‘interlocutor’. Quando percebo que a maior expectativa em relação a sua contribuição está em não atrapalhar a comunicação entre duas pontas.

E o pior é que o receio tem origem e tem razão. Interpretações equivocadas sobre o pedido do cliente ainda são um dos maiores motivos de retrabalho. Problema que vem sendo resolvido ao se levar a criação nas reuniões de briefing. O que se tornou mais habitual do que permite a pauta dos criativos. E altamente prejudicial para as já pessimistas especulações sobre o futuro do atendimento.

Como chegamos a um esvaziamento tão grande do seu papel? Teriam as agências substituído executivos renomados por gostosas acéfalas e esse movimento teria gerado o preconceito com o departamento? Ou a descrença em relação à contribuição estratégica desse departamento teria afastado dali as formas pensantes de vida?

Sabemos que nenhuma das afirmativas é verdadeira. Esse departamento se torna mais estratégico do que nunca em um momento em que o cliente espera mais resultado e menos ‘festa criativa’. Porém essa miopia em relação ao seu papel mais ‘recreativo’ do que pensante está afastando muitos bons profissionais. Pessoas capazes de contribuir exatamente com o que o cliente mais espera das agências hoje: precisão estratégica nas ações de comunicação.

E o mais injusto é que nem a parte da recreação é verdadeira! A maioria das almas mais criativas e inteligentes de atendimento morrem sufocados em pilhas de PITs e clipagens perfeitamente organizados e engavetados para nunca mais serem consultados.

Enquanto isso, a estratégia ‘Top of Mind = Top de Vendas’, ‘portanto invistam pesado em mídia e idéias muito ousadas criativamente’ cai por terra. E com isso a hegemonia de criativos em reuniões com clientes.

Com o já desbotado de tão citado ‘aumento da competitividade’ e conseqüente busca desenfreada por redução de custos nos clientes, surgiram as auditorias avaliando o retorno de todos seus investimentos, inclusive de comunicação. Surge então uma preocupação de “garantia de resultados” das campanhas que a criação não estava preparada para responder. Bom, então seria esse o momento de resgatar o papel estratégico do atendimento, certo? Errado. Nunca se contratou tantos profissionais de planejamento como nesse momento! (O que é bastante pitoresco considerando que todas as agências sempre tiveram departamentos de planejamento by the way…). E mais irônico ainda é saber que: um, uma quantidade incrível desses profissionais veio do atendimento; e dois, o planejamento foi criado para conectar cliente e, especialmente, criação com o consumidor. Planejadores deveriam, por origem, entender tudo de gente e de comportamento de consumo e não de business.

Mas, no fim do túnel sempre existe uma luz. A maioria das agências continua com muito mais profissionais de atendimento do que de planejamento. (Seria esse um sinal de sua relevância?) Além disso, planejadores continuam trabalhando com pesquisa e buscando insights dos consumidores para a criação. Ou seja, ocupados demais e, muitas vezes sem vontade ou formação para falar de negócios com os clientes.

Atendimentos: é agora ou nunca! Levantai-vos! Uni-vos! Parai de roubar a Caras da mídia nas 6as feiras e passai a roubar a Exame, a Gazeta e o Valor! Tornai-vos relevantes no processo!

De nossa parte, apoiamos o movimento de ressignificação do departamento sugerindo uma mudança de nome. Gestão de Conta parece muito mais adequado a um profissional que deveria pautar seu dia garantindo a melhoria continua de resultados da conta. Atender as necessidades do cliente é o produto do trabalho de todos departamentos. Porém só um departamento pode enxergar e administrar todas as ações direcionando elas para a melhoria efetiva de performance do cliente.

Aliás, o planejamento pode e deve decifrar quais são as demandas do consumidor. Mas, somente o atendimento tem o convívio necessário com o universo do cliente para decupar quais são os resultados mais importantes de cada ação.

Além disso, acho que fica bem melhor na foto falar para os avós que a pessoa é Gestor de Conta do que Atendimento. Termina aquele problema chato pra caramba da família inteira achar que ela não deu certo e tá fazendo bico de garçom. Isso sim é importante para glamourizar o profissional.

 

 

17
jun
por carol flores, 08:19
eventos corporativos passam por transformação

Pesquisa mostra evolução do segmento em apenas dois anos

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 18/05/2010

(...) As festas de arromba ficaram para trás. A moda agora é festa no apê, festa no gueto, misturando o mundo inteiro. De Erasmo Carlos a Latino e Ivete Sangalo, muita coisa mudou na MPB, assim como no mercado de eventos corporativos. As festas deram lugar a eventos que são o chamariz para ações de relacionamento, venda e geração de mídia. Com importância no mix de Marketing crescendo, agora há mais planejamento e cobrança por resultado em meio a milhares de ações que buscam conquistar o consumidor.

Estima-se que as mil maiores empresas do Brasil realizem, cada uma, 270 eventos por ano em média, o que daria uma conta de 270 mil eventos realizados no país. Os principais estão voltados para o relacionamento externo (53%). Outra parte tem foco no público interno (26%) e é destinada à divulgação de metas e estratégias da empresa (18%), aponta pesquisa da Fanceschini Análise de Mercado encomendada pelo MPI – Meeting Professionals International. São festas fechadas, congressos, stand em feiras, treinamentos, convenções, viagens de incentivo, confraternização de final de ano, patrocínio de eventos culturais, esportivos e shows e coletiva de imprensa. O estudo obtido pelo Mundo do Marketing mostra uma grande evolução nos três últimos anos.

A maioria das empresas passou a ter um calendário (71%) e mais tempo para planejar o seu principal evento, passando de três para quatro meses.

Evento agora é estratégico. Até pouco tempo atrás, evento era sinônimo de festa e comemoração. Com isso, as convenções de vendas e os lançamentos de produto viraram mega eventos.

Evento estruturado. As empresas se especializaram nesta atividade. A estrutura da gestão de eventos está cada vez mais robusta, com 35% delas contando com mais de quatro funcionários. Os números mostram a relevância do segmento. Estima-se que as mil maiores empresas gastem juntas R$ 1 bilhão por ano na realização de seus eventos. O valor de investimento médio é de R$ 970 mil, com 22% dos principais eventos contando com verbas acima de R$ 1 milhão.

Evento como mídia. Os eventos com foco em mídia cresceram significativamente entre 2007 e 2009. O que as marcas querem é extrapolar as fronteiras do evento, a mídia não chega a 100% da população, por isso é importante as marcas estarem presente nos eventos. Um exemplo de como este modelo ganhou importância nas empresas é o envolvimento da área de compras.

Rapidez, corte de custos e retorno sobre o investimento (Roi) fazem parte do novo momento do mercado de eventos corporativos. A tendência é que o tempo de planejamento seja curto. Em um setor como o farmacêutico, quando um produto é aprovado, a empresa tem uma semana para fazer um evento. A experiência com a crise também mostrou aos profissionais que eles precisam ter um pouco mais de instrumento para demonstrar como o evento dá resultado.

Evento com Retorno sobre o Investimento. Ainda assim, trabalha-se mais na mensuração dos eventos que são estratégicos e já existe uma metodologia específica para isso. A metodologia prevê cinco passos que parecem simples para falar, mas difíceis de executar. A mais frequente mede a reação das pessoas com relação à satisfação do evento. O segundo passo é mensurar o aprendizado. Avaliar o quanto as pessoas aprenderam do que foi transmitido. A terceira avaliação é quanto foi aplicado do que foi apreendido. O quarto critério é o impacto no negócio. É como uma montadora que lançou um automóvel e mede as vendas de veículos, seguido do retorno financeiro de acordo com os objetivos traçados.

Outra questão que precisa avançar é a da sustentabilidade. Em 2007, o tema não era nem citado entre as empresas. Hoje, até pela questão de custo, as companhias estão diminuindo o deslocamento e o tempo de duração dos eventos para gerar menos impacto no ambiente. (...)

24
mai
por Maria Fernanda, 02:48
O que são calorias?

"Calorias são pequenos vermes inescrupulosos, que vivem nos guarda-roupas e que, durante a noite, ficam costurando e apertando as roupas das pessoas". 

=]

21
mai
por Marcio Flores, 04:41
Um passo além

 

Sempre tive dificuldade em transformar a intenção em atitude. Sou daqueles que vê a necessidade, me emociono e fico revoltado com ela, mas que nem sempre dou um passo além no sentido da mudança, do apoio. Não poucas vezes fui a igreja e sai de lá convicto que na segunda feira teria que fazer algo. Teria que ser mais solidário. Usar os recursos, os talentos, o conhecimento, a visão, criatividade em prol de uma causa para ajudar pessoas que necessitam ser ajudadas.

Somos os mais criativos e pro ativos com nossos clientes, temos idéias geniais que impulsionam as vendas...mas não revertemos isso pra nada além do básico...que está a menos de 1 palmo de nossas mãos.

Por isso dessa vez resolvemos levar a sério o sentimento que descrevi acima da segunda feira. Fomos atrás de um projeto idôneo, com pessoas comprometidas em fazer a diferença na vida dos necessitados, da população carente e do menor abandonado. E encontramos. O nome do projeto é Nova Visão Mundial (http://www.visaomundial.org.br/).

Dessa vez demos o passo. O mais incrível é imaginar que estava tão próximo..tão acessível.

Sempre colocamos nas costas largas do Governo. Também acredito que deveria vir deles a solução para o caos que nossa sociedade se encontra. Fazemos o que nos é devido e nos desdobramos pra andar na linha num dos paises onde mais se paga impostos no mundo. E não recebemos nada de volta. Mas as crianças continuam passando fome enquanto tentamos resolver um problema que não tão breve teremos solução. O desenvolvimento, estudo, saneamento básico, condições mínimas de conforto e segurança para qq ser humano ainda estão em falta nesse pais desenvolvido para poucos. E não podemos ficar de braços cruzados.

Esse aí de cima é o Antonio Diogo. Criança que a partir de hoje estará recebendo, junto com outras 7, o nosso apoio. No meio de tantas milhares de outras crianças que estão por ai na miséria, essas foram encontradas por nós. Na verdade foram encontradas por Deus, que só pode fazer alguma coisa se for através de nossas mãos.

Iremos acompanhá-las durante os meses, tentando fazer mais doce a vida que sempre foi amarga.

Mas como já dizia o sábio, quando vc ajuda alguém é melhor pra quem doa do que pra quem recebe.

E é essa a sensação que estamos sentindo agora.

 

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17
mai
por Tawan Pimentel, 07:51
Qual o segredo para chamar atenção no PDV?

Usar cores gritantes, logos gigantes, embalagens enormes?

Não é necessário tudo isso.

Uma idéia criativa consegue transformar uma embalagem simples e pequena em destaque.

É o caso das embalagens para fone de ouvido desenvolvidas por Corinne Pant.

 

Criatividade é o ponto principal para que coisas normais criem relevância.

E essas grandes “pequenas idéias” geralmente são mais econômicas, menos poluentes e ganham a simpatia de consumidores.

 

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03
mai
por Marcio Flores, 02:30
Quem poderia prever?

Quem diria que o álbum e a figurinha sobreviveriam tanto? Interessante pensar que ao mesmo tempo que o Ipad é a atual febre, a figurinha de papel bate recordes jamais vistos. Pelo menos em São Paulo. Ainda mais nessa era tecnologica, e mais do que isso...de preservação da natureza. Inclusive uma boa idéia....poderíamos lançar um álbum em papel reciclado. Ou reciclável. Afinal de contas o que você vai fazer com um monte de foto 3x4 de jogador de seleção? Até porque parece que a condição básica para ser jogador de futebol (pelo menos os bons) é ser feio. As mulheres que me perdoem com aqueles jogadores dos EUA e afins...aqueles caras não jogam bola. Pelo menos a que nós brasileiros jogamos. Por isso defendo a hipótese de encontrarmos um destino para esse material. Tenho certeza que você não terá um lugar pra ele depois da Copa. Vai enfiar naquela gaveta da escrivaninha que já não cabe mais nada, porque tem dó de jogar no lixo algo em que se dedicou tanto para não ter nenhum benefício concreto. A não ser que você ache concreto saber o nome dos jogadores decor da seleção da Eslovênia ou Honduras. Tem até aqueles que acham que irão guardar para a próxima Copa.. e usam isso para justificar a atitude de tanta devoção para a mulher.... daqui 2 meses a faxineira passa, joga no lixo e você nem se dá conta. Foi assim na última Copa e você nem se lembra... Quer fazer um teste, vá atrás do seu último album... Deixe isso para colocionadores...ou para os tiozinhos da Benedito Calixto...

Encontrar um álbum disponível a venda é coisa para super herói. Um funcionário da agência percorreu 8 bancas e somente na 9 tentativa encontrou alguns remanescentes. Eu particularmente não vejo a menor graça. Acho que vivi esse momento na hora que considero certa para ser vivida. Na infância, quando usávamos a bênção do troco do pão pelo pacotinho. E tinha aquela emoção de conquistar as que faltavam...era caro e dava trabalho..eram partidas eternas de "bafo" na escola...treinava em casa todas as técnicas possiveis e disponíveis...até lamber a palma da mão valia. Hoje em dia o cara compra 50 pacotes de uma vez, e as que não encontra consegue facilmente no mercado. Semana passada fiquei sabendo de um cara que ligou no 0800 da panini e pediu as que ainda não tinha. Imagino que as pessoas que agem dessa maneira pensam: "Preciso acabar logo com isso... vou fechar isso de uma vez..."  Ir logo pra que?? Se o legal é demorar...ou pelo menos era...

Conforme escrevo outras mil coisas sobre esse assunto surgem na minha cabeça. Mas não posso alimentá-las. Tenho uma reunião agora.

 

 

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29
abr
por marcio flores, 07:53
Convenção de Vendas Nestlé DPA 2010

Definiria essa convenção com uma única palavra: alinhamento.

O cliente estava alinhado com a agência e vice versa.

Agimos com velocidade. Apresentamos as metas de maneira inteligente e participativa. Tudo aconteceu no time certo. Algumas idéias surgiram durante o evento e foram executadas com excelência. O cliente foi ponderado e parceiro o tempo todo. A agência trabalhou dedicada pois percebeu nitidamente a disposição que todos estavam em acertar..em contribuir.

Temos orgulho dos nossos clientes. Em particular, e aproveitando a oportunidade, da DPA Brasil. Os caras trabalham em cima de transparência e honestidade. Seja com funcionários, parceiros e fornecedores. Assim o trabalho fica mais fácil e a vida mais razoável. Esse sentimento nos traz de volta a alegria de termos nascido para o marketing... para a comunicação. Vocês nos agradeceram publicamente pelo job realizado. E nós também queremos fazer isso. Obrigado por acreditarem na Manga. O resultado do trabalho e confiança mútua colhemos diariamente, seja num lançamento de produto, promoção, numa campanha de incentivo ou nos números “acelerados”que a DPA tem desempenhado nesses últimos anos. Admiramos a gestão que tem feito, o método que adotaram. Acreditamos na administração e na sinceridade da gestão. Mais que agência somos apoiadores, e mais que trabalhar para vcs precisamos acreditar no negócio de vcs. E nós acreditamos.

 

12
abr
por carol flores, 09:56

Segundo pesquisas, situação conjugal é mais importante do que outros itens para determinar o bem-estar pessoal

Sexo, encontros sociais e jantares são atividades associadas à felicidade; deslocamento de ida e vinda do trabalho é prejudicial


DAVID BROOKS DO "NEW YORK TIMES"

Duas coisas aconteceram com Sandra Bullock em março. Primeiro, ela ganhou um Oscar de melhor atriz da Academia. Depois, a mídia noticiou que seu marido é um canalha adúltero. Assim, a pergunta filosófica é: você aceitaria trocar um triunfo profissional tremendo por um golpe pessoal pesado?
Por um lado, um Oscar não é de se jogar fora. Sandra Bullock conquistou a admiração de seus pares de uma maneira que poucas pessoas chegam a fazer. Ela ganhará mais dinheiro durante anos. É possível que ela até viva mais tempo. Uma pesquisa constatou que os premiados com o Oscar vivem em média quase quatro anos mais do que os indicados ao Oscar que não recebem o prêmio.
Mesmo assim, se você precisou de mais de três segundos para refletir sobre essa pergunta, você está completamente louco. A felicidade conjugal é muito mais importante do que qualquer outra coisa para determinar o bem-estar pessoal. Se você tem um casamento bem-sucedido, não importa quantos reveses profissionais sofrer, você será razoavelmente feliz. Se tiver um casamento malsucedido, não importa quantos triunfos tenha em sua carreira -você se sentirá não realizado, em grau importante.
Este não é um discurso vazio. Nas últimas décadas, pesquisadores vêm estudando a felicidade. Seu trabalho, que inicialmente pareceu inconsistente, desenvolveu um rigor impressionante, e uma das descobertas importantes é que, como previam os sábios do passado, o sucesso no mundo tem raízes superficiais, enquanto os laços interpessoais permeiam tudo.
Um exemplo: o vínculo entre felicidade e renda é complicado e tênue. É fato que os países pobres se tornam mais felizes à medida que se tornam países de classe média. Mas, alcançada a satisfação das necessidades básicas, há pouca ligação entre a renda futura e o bem-estar. Os países em crescimento são ligeiramente mais felizes do que os países com índice de crescimento mais baixo.

Riqueza
Os EUA hoje são muito mais ricos do que há 50 anos, mas o aumento na riqueza não gerou aumento mensurável na felicidade de seus habitantes.
Em escala pessoal, o fato de ganhar a loteria não parece gerar ganhos duradouros em matéria de bem-estar. As pessoas não são mais felizes durante os anos em que conquistam mais promoções no trabalho. Elas são felizes na casa dos 20 anos; essa felicidade diminui na meia-idade e, em média, as pessoas alcançam seu pico de felicidade logo depois de se aposentarem, aos 65 anos.
A felicidade das pessoas aumenta ligeiramente conforme a renda sobe, mas isso depende de como elas vivenciam o crescimento. Sua riqueza acirra expectativas irrealistas? Desestabiliza relações consolidadas? Ou flui de um círculo virtuoso no qual um trabalho interessante gera trabalho árduo que, por sua vez, conduz a mais oportunidades interessantes?
Se a relação entre dinheiro e bem-estar é complicada, a correspondência entre relacionamentos pessoais e felicidade não o é. As atividades cotidianas mais associadas à felicidade são o sexo, os encontros sociais depois do trabalho e os jantares com outras pessoas. A atividade cotidiana mais prejudicial à felicidade é o deslocamento de ida e vinda do trabalho.
Segundo um estudo, participar de um grupo que se reúne, mesmo que seja apenas uma vez por mês, gera o mesmo ganho de felicidade que uma pessoa tem quando dobra sua renda. Para outro estudo, ser casado gera um ganho psíquico equivalente a mais de R$ 180 mil por ano. A impressão deixada por essa pesquisa é que o sucesso econômico e profissional existe na superfície da vida e que ele emerge dos relacionamentos interpessoais, que são mais profundos e importantes.
Outra impressão é que prestamos atenção às coisas erradas. A maioria das pessoas superestima o grau em que mais dinheiro poderia melhorar suas vidas. A maioria das escolas e faculdades passa tempo demais preparando seus alunos para a vida profissional e tempo insuficiente preparando-os para tomar decisões sociais.
A maioria dos governos divulga toneladas de dados sobre tendências econômicas, mas não divulga informações suficientes sobre a confiança e outras condições sociais. Em suma, as sociedades modernas desenvolveram instituições imensas orientadas às coisas que são fáceis de contabilizar, mas não às coisas que são mais importantes. Elas têm afinidade com as preocupações materiais e um medo primordial das preocupações morais e sociais.

 

 

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09
abr
por Marcio Flores, 10:07

O marketing da Nike está se especializando em atletas em crise de personalidade. Primeiro Ronaldo fenômeno com o caso dos Travecos. Agora Tiger Woods, o maior mito que o Golf já conheceu. Mito porque além de ser o melhor golfista ainda arrecadou milhares de adeptos ao esporte que antes pertencia a meia dúzia de velhinhos quebrados que se achavam donos da categoria, falida pela baixa freqüência e Inacessibilidade. Mas o Tiger mudou essa história. Os 5 meses em que ele ficou fora dos campos o fizeram teoricamente “repensar” sua vida pessoal. Se é que isso é possivel. Pelo menos com o Ronaldo não foi, já que continua com sua barriga sarada e as baladas em dia. Não mudou a atitude, a única coisa que muda ininterruptamente é sua conta bancária que a cada dia fica mais com a cara do dono. Gorda. Tiger voltou. Alguns patrocinadores foram embora. Mas a Nike, que conhece a fragilidade humana decidiu por bem continuar. Em sua volta aos campos, o ingresso inflacionou quase 1000%. E a Nike hoje está dando risada. Bem que eles, depois de toda essa experiência que tiveram, poderiam contemplar no contrato um psicólogo full time para tentar domar o ímpeto desses “mitos do esporte”. Ou seguir como está, já que sendo simplesmente humanos podem render bons milhares de dólares.

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06
abr
por Marcio Flores, 05:33
Apresentamos o novo brinquedinho da agência

Mais assustador do que ter um Ipad nas mãos 2 dias depois do lançamento nos EUA, é ver a reação das pessoas quando se deparam com um desses ao vivo. Estava subindo no elevador e tive medo de ser agredido fisicamente. As pessoas querem tocar, na verdade elas precisam tocar. A apple antes de um case de tecnologia é case de marketing. Lançam no time certo, mobilizam o emocional das pessoas e ao mesmo tempo fazem o mundo todo, independente da raça, terem as mesmas vontades/sentimentos. Tenho certeza que hoje, no metro de NY ou nos emirados Árabes, o IPAD causa a mesma sensação. Para uns admiração, para outros inveja profunda.

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17
mar
por Marcio Flores, 11:21
Meu primeiro QR Code

Descobri que além de uma super invenção, o QR Code é muito fácil de ser criado.

Esse é o meu primeiro. Em breve teremos em cinemas, estacionamentos, ingressos de futebol, revistas, metrô, sacolas de supermercado, no ponto de venda, no manual do carro, na porta do elevador, estampado na camisa ou tatuado no braço (já fizeram isso!)

Quer saber como criar o seu? Acesse http://qrcode.kaywa.com/

enjoy

 

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